A preliminar dos seis arguidos, que ocorre no destrito de Dondo, desde o décimo deste mês atual, foi suspensa na sexta-feira cinco minutos depois de ter reiniciado, com o argumento de que o chefe do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC) mencionado pelo tribunal para esclarecer a instancia caso, para especificar as mensagens negociadas entre os réus antes de serem detidos e contidos nos círculos anexados ao caso, disse que estava tentando fazer isso, pois o domínio foi realizado por profissionais do grau focal do SERNIC.

O adjudicador do caso, Carlitos Teófilo, afirmou que o especialista da SERNIC estava correto, alegando que, com certeza, o procedimento de sua propriedade demonstra inconfundivelmente que ele tinha o acordo de especialistas da SERNIC.

Verdade seja dita, não levei em consideração o cabeçalho do registro no segmento passado. Ele mostra a Direção Nacional da SERNIC. Nesse sentido, não temos mais nada no momento com a chance de não interferirmos com esse procedimento de especialistas em audição e, posteriormente, nas últimas contendas, de modo a permitir tempo para exigir dos especialistas da SERNIC no nível focal. Em nível fundamental, a preliminar continuará em 7 de agosto, esclareceu Teófilo.

O consultor jurídico de barreira de Sandura Ambrósio, José Capassura, apesar desse impasse, mencionou uma dispensa temporária de seu eleitor.

Levando em conta esse imperativo processual, por uma questão de boa organização da equidade e respeito estabelecido, solicitamos que o tribunal conceda oportunidade temporária à co-litigante Sandura Ambrósio, por meio do termo de caráter habitacional ou prestação de garantia. No que diz respeito à demanda de guarda, no sentido de dar oportunidade temporária ao entrevistado Vasco Sandura Ambrósio, o tribunal o desculpou, pois suspeitas semelhantes ocultas de sua captura foram mantidas.

Os consultores jurídicos dos outros co-respondentes, incluindo António Bauase, sentiram que o tribunal tem motivação para manter seus eleitores na prisão.

Consta-se que os seis réus são culpados pelo Ministério Público de conspiração contra a segurança do estado, especificamente a inscrição de jovens para ingressar nos cargos anunciados pela Junta Militar da Renamo e seu financiamento. Todos são indivíduos da Renamo e foram confinados entre os dias 5 e 24 de janeiro deste ano, nas áreas urbanas da Beira e do Dondo.