O Ministro da Saúde, Armindo Tiago, afirmou ontem, em Maputo, a inscrição da instância primária do Covid-19 em Moçambique. Ele é um residente moçambicano com mais de 75 anos que voltou para a nação este mês do Reino Unido.

Ele tem manifestações gentis, está desapegado em casa e está passando por acompanhamento clínico por especialistas em bem-estar do país. Atualmente está ocorrendo, conforme ordenado pelas normas da Organização Mundial da Saúde (OMS), o seguinte contato para rastrear e avaliar a transmissão da infecção, disse o clérigo.

Segundo Armindo Tiago, a afirmação deste caso foi feita nos laboratórios do Instituto Nacional de Saúde (INS) nas atividades típicas de observação para o controle do coronavírus no país, durante as quais, até ontem, 46 suspeitos foram julgados, dos quais quatro nas últimas 24 horas. Portanto, 45 foram negativos e um positivo para o coronavírus.

A declaração deste caso ocorre dias após o Presidente da República comunicar ao país sobre o fortalecimento das medidas preventivas de Covid-19.

O Ministério da Saúde (MS) inaltece as palavras rigorosa das medidas de prevenção anunciadas pelo Presidente da República; na prática do comportamento de invasão, cobrindo a boca e o nariz, utilizando o cotovelo ou um pano descartável ao cortar ou chiar; considerar o isolado necessário por até 14 dias para todos os viajantes; suspender a realização de todas as reuniões, incluindo mais de 50 indivíduos em todas as divisões, e executar medidas preventivas em organizações abertas e privadas, incluindo administradores de empresas, com o objetivo final de diminuir o risco de assédio moral, analisou o titular da Portfólio de saúde.

A afirmação da instância principal do Covid-19 é declarada em um cenário em que até ontem o país havia seguido 338.427 indivíduos de nações com cenas de coronavírus. Destes, em qualquer caso, 1248 estavam em quarenta e, a partir de agora, 695 permanecem em observação.

É obrigação de todos nós concordar cuidadosamente com as medidas que referenciamos, mas, além de ficar longe de alarme na população moçambicana, ele prescreve.