A organização de notícias estatal da Coréia do Norte, KCNA, teve alta na terça-feira a escolha da Coréia do Norte de interromper a correspondência com a Coréia do Sul, supostamente à luz dos agressores enviando panfletos em direção à parte norte da massa de terra coreana. contra o governo Kim Jong-un.

Nesta quarta-feira, o secretário-geral das Nações Unidas (ONU) lamentou a escolha da Coréia do Norte.

António Guterres, através do seu porta-voz, evidenciou que esses canais de comunicação são essenciais para evitar mal entendidos ou erros de cálculo.

Stéphane Dujarric analisou que junho é um mês importantíssimo para o promontório coreano, sendo que sexta-feira denota a segunda comemoração do principal encontro entre Kim Jong-un e o presidente dos EUA, Donald Trump, e na segunda-feira elogiam o longo tempo desde a principal reunião entre o pioneiros das duas Coréias.

O secretário-geral acredita que todas as partes utilizarem esforços a fim de voltar às negociações para alcançar a paz na península.

A Coréia do Norte informou na terça-feira que espera cortar seus canais de correspondência, notavelmente os militares, com o adversário sul-coreano.

Pyongyang cortará totalmente a conexão entre especialistas do Norte e do Sul, assim como diferentes canais de correspondência, surpreendentemente entre os militares dos dois estados ou entre os grupos ideológicos de supervisão em Seul e Pyongyang, disse a KCNA.

O governo norte-coreano também tomou medidas para fechar difinitivamente um ponto de associação e um parque mecânico na cidade fronteiriça de Kaesong, como dois dos principais símbolos da reconciliação entre as duas coreias.