O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo optou por adiar a conferência hoje, por videoconferência, de certos supervisores da fabricante de aviões brasileira Embraer, no que diz respeito à preliminar de um caso de contaminação, incluindo três entrevistados de Moçambique, incluindo o anterior Ministro dos Transportes e Comunicações e o então Presidente do Conselho de Administração da organização de bandeira, Linhas Aéreas de Moçambique (LAM).

Com os primeiros longos trechos de ontem, os chefes brasileiros mencionados anteriormente ainda não haviam manifestado sua acessibilidade para a conferência, o que levou à aprovação do adiamento do julgamento, que seria a última audiência para a criação do suposto Caso Embraer .

Este é Patrice Candaten, chefe de acordos para a África na Embraer e líder do acordo com a LAM; Luiz Fuchs, José Molina e Mauro Kern Júnior, indivíduos do grupo, registrados pelo Ministério Público como testemunhas, por terem dirigido legitimamente o acordo de compra e venda de bolsas que atingiram o estado em US $ 800 mil.

Seja como for, para garantir a validade das declarações a serem prestadas pelos observadores remotos, elas devem estar em um tribunal devidamente composto, isto é, sob o olhar atento de um juiz, examinador e salvaguarda.

Deve-se notar que as realidades que iniciariam o caso Embraer ocorrido ocorreram em algum período de 2008 e 2010, quando a LAM propôs a compra de dois aviões da Embraer, modelo E-190, para fortalecer sua armada e abordar as questões de solicitação de transporte níveis nacional, territorial e global.

Não obstante o antigo Ministro dos Transportes e Comunicações, Paulo Zucula, e o então PCA da LAM, José Viegas, o tribunal também toma uma decisão sobre o co-respondente Mateus Zimba, ex-chefe de uma organização petroquímica, que foi contratado para incorporar o negócio falso.