Vários moradores correm por volta das sete horas de hoje, diante da estrutura onde funciona o governo provincial, munidos de cópias de suas identificações, ignorando as diretrizes de distanciamento social.

Em contacto com O País, os residentes afirmaram que ontem, através de interpessoais e troca de mensagens, foram informados de que deviam continuar com o envio dos seus cartões de personalidade ao gabinete do representante titular, para lucrar com um subsídio de 15.500, 00 meticais, isolados em duas parcelas, aludem à ajuda aos sobreviventes do Ciclone Idai, que influenciou aquela cidade em Março há um ano.

Na verdade, logo após a passagem do tufão, o governo comum selecionou cerca de 70.000 indivíduos, os mais pobres, em toda a área de Sofala, de modo a ter a opção de lucrar com ajuda fiscal.

Na segunda-feira passada, ano e meio depois, os valores foram finalmente disponibilizados e começaram a ser distribuídos aos destinatários. Houve aglomerações nas escolas onde ocorria o ciclo e o Instituto Nacional de Assistência Social (INAS), responsável pela disseminação das qualidades, optou por largar o ciclo para contornar a sujidade do COVID-19, realidade que provocou uma revolta que terminou na aglomeração de hoje.

Desde as seis horas, muitos indivíduos têm permanecido diante do prédio da administração esperando por títulos. Até o momento não houve nenhuma declaração dos especialistas e a polícia vem alertando os moradores para resistir à vontade de entrar em pânico.